Resumo:
O presente trabalho parte de inquietações de uma docente pesquisadora com relação aos processos de formação de professores e a corporeidade. Discute-se a inseparabilidade entre história de vida e fazer pedagógico, problematizando a necessidade de corporificar a formação continuada com vistas a experimentação ativa da pesquisa de si. Como mecanismo de fuga e sobrevoo para pensar um novo olhar sobre formação continuada, propõe-se a compreensão desse momento como um ato de “oficinar”, tendo a arte como aliada para as vivências e provocações. Almeja-se compor um cenário de percurso metodológico possível para quem se aventura mediando formação docente, ao passo que discute a necessidade de criação de novos modos de produção de subjetividade que reflitam no ambiente escolar.