O PAPEL EDUCADOR DAS UNIDADES DE CONSERVAÇÃO PERANTE A EDUCAÇÃO NÃO FORMAL NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NATURALISTA

GISELE FRANCISCA HOROKOSKI
GISELE FRANCISCA HOROKOSKI

Autor(a):

GISELE FRANCISCA HOROKOSKI
Ano de defesa:
2018
Instituição Associada:
UFPR
Resumo:
O tema deste trabalho é o papel educador das Unidade de Conservação e suas contribuições para a educação não formal. O objetivo geral do trabalho é apresentar subsídios práticos e aplicáveis para potencializar ações educativas em Unidades de Conservação, bem como, gerar relações de complementação entre a educação formal e a educação não formal, tendo como ponto de diálogo a educação ambiental naturalista. Os objetivos específicos estabelecidos neste trabalho são a criação e teste de aplicabilidade de jogos educativos na perspectiva ambiental e histórico-cultural, a confecção de um Protocolo de Aplicação como produto desta pesquisa, resultante da parceria entre duas mestrandas dos polos UFPR e UFPA da Rede PROFCIAMB, estudo da percepção ambiental dos alunos pré-jogo, estudo da sensibilização ambiental dos alunos pós-jogo, e intercâmbio de conhecimento entre duas mestrandas do Programa, com o objetivo de atestar a eficácia do protocolo de aplicações. A metodologia aplicada foi a pesquisa-ação, tendo com os instrumentos metodológicos para coleta e análise dos dados os grupos focais e questionários abertos, e como método para a elaboração e testes dos jogos educativos o aprendizado sequencial proposto por Joseph Cornell. Para que os objetivos fossem alcançados contou-se com a participação de Alunos e Professoras do Ensino Fundamental das Escolas Municipais Monteiro Lobato, de Matinhos, Paraná, e Professor Paulo Freire, de Belém, Pará. Os jogos foram aplicados nas Unidades de Conservação Parque Estadual Rio da Onça e Parque Estadual do Utinga, a primeira localizada em Matinhos e a segunda em Belém. Através dos testes de aplicabilidade dos jogos em regiões geográficas distintas é possível afirmar que os jogos podem ser executados em qualquer realidade se seguido os protocolos de aplicações elaborados. Constatou-se que o ambiente natural oferecido pelas trilhas das Unidades de Conservação contribuiu para afirmar que as mesmas podem ser consideradas espaços educadores não formais, pois através jogos aplicados nestes ambientes, foi possível contextualizar conteúdos científicos e despertar curiosidades referente aos conteúdos histórico-culturais abordados, o que gerou a complementação do ensino formal. Constatou-se no estudo da percepção ambiental dos alunos que participaram dos grupos focais, que eles não reconhecem em suas ações a presença da natureza e seus elementos naturais. Através da Educação Ambiental Naturalista, ponto de diálogos entre as Unidades de Conservação e a Educação não formal, constatou-se que a natureza e seus elementos, servindo de instrumentos pedagógicos nas ações, despertaram a sensibilização ambiental dos alunos através do encantamento.

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