A PRAXIS AMBIENTAL NA EDUCAÇÃO ESPECIAL EM CRIANÇAS ATÍPICAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA DOS ANOS INICIAIS

EVELY MARQUES DE OLIVEIRA
EVELY MARQUES DE OLIVEIRA

Autor(a):

EVELY MARQUES DE OLIVEIRA
Ano de defesa:
2022
Instituição Associada:
UFPR

Arquivos

Resumo:
A implementação da Educação Especial na Educação Básica é resultado das observações ao processo de ensino-aprendizagem em crianças atípicas e da proposição de novas práticas pedagógicas, sem substituir o ensino tradicional. O objetivo geral da pesquisa foi aplicar a práxis ambiental na Educação Especial em crianças atípicas com transtorno do espectro autista dos anos iniciais do CMEI Arcelina Ana de Pina em Paranaguá-PR. A pesquisa recorreu aos esportes legais das Políticas Públicas de Educação Especial no Brasil e no Estado do Paraná, bem como no Estatuto da Pessoa com Deficiência para conceituar a criança atípica. Contextualizou-se as abordagens dos temas ambientais nos currículos da Educação Especial e as práxis dos professores, em Educação Ambiental, para despertar a sensibilidade ecológica e a percepção da natureza em crianças atípicas. A metodologia da pesquisa aportou-se no método de Aprendizagem Sequencial “Vivências com a Natureza” proposto por Joseph Cornell (1979) e na compreensão da natureza na perspectiva topofílica de Yi-Fu Tuan (1973). Nas práticas pedagógicas a Educação Ambiental tornou-se uma ferramenta pedagógica para estimular o sistema sensorial da criança atípica e conectá-la à natureza. Como resultado da pesquisa elaborou-se um protocolo de aplicação de práticas pedagógicas de Educação Ambiental para crianças atípicas com Transtorno do Espectro Autista, o qual foi intitulado “Conexões com a Natureza – Protocolo de Ações Educativas para Crianças Atípicas”. As atividades lúdicas de vivências com a natureza permitem ressignificar o ensino da Educação Infantil Especial.

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