ENSINO HÍBRIDO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: UMA INTERSECÇÃO POSSÍVEL

SUELEN DE GASPI
SUELEN DE GASPI

Autor(a):

SUELEN DE GASPI
Ano de defesa:
2018
Instituição Associada:
UEM
Resumo:
Esta pesquisa apresenta contribuições teórico-metodológicas para o ensino de Educação Ambiental (EA) na perspectiva do Ensino Híbrido. O objetivo deste estudo foi investigar se a organização da atividade didática, no modelo de Ensino Híbrido, proporciona condições adequadas para o despertar de um sujeito ecológico pautado na Educação Ambiental Crítica. A partir desse objetivo, este estudo teve, como participantes, quinze estudantes de Ensino Médio de um colégio profissionalizante do noroeste do Paraná. Trata-se de um trabalho de cunho qualitativo, que utilizou a pesquisa participante, em que os dados foram obtidos a partir da aplicação de uma sequência didática, organizada como um curso formativo, denominado Meio Ambiente Conectado. No que se refere às técnicas para composição dos dados, foram utilizadas rodas de conversa, diálogos, observações, vivência nas estações, e, como instrumentos para a coleta dos dados, gravações de áudio e vídeo, aplicação de questionários, registros e comentários dos estudantes, realizados nas atividades e nas ações presenciais e on-line. Os dados da pesquisa foram organizados e interpretados por meio da Análise de Conteúdo. A pesquisa evidenciou que as ações de EA, por meio do curso formativo, possibilitaram a condução de uma nova perspectiva dos estudantes em relação ao meio ambiente, denotando um desejo de mudança e transformação ambiental; demonstrou, ainda, que as tecnologias foram aliadas no processo de ensino, dinamizando a aprendizagem e culminando em ações de autonomia e criticidade por parte dos alunos. Os resultados indicam que o ensino de EA na perspectiva do Ensino Híbrido possibilitou o despertar de uma reflexão ambiental crítica por parte dos envolvidos, porém destacou a necessidade de ampliação do discurso de EA que considere as questões sociais. Também, constatou-se que a proposta de ensino com o uso de tecnologias digitais ainda tem muito a avançar, tendo em vista as condições estruturais presentes em nossas escolas, o tempo insuficiente para preparação das aulas nesse formato e a ausência de compromisso dos estudantes com atividades extraclasse.

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