DA FONTINHA DA GAMBOA À IMPLANTAÇÃO DA ÁGUA ENCANADA EM PARANAGUÁ: de 1656 a 1914

CYBELE APARECIDA SANTOS DE OLIVEIRA
CYBELE APARECIDA SANTOS DE OLIVEIRA

Autor(a):

CYBELE APARECIDA SANTOS DE OLIVEIRA
Ano de defesa:
2021
Orientador(a):
ERNESTO JACOB KEIM
Instituição Associada:
UFPR

Arquivos

Resumo:
Este trabalho traz como tema a Fontinha da Gamboa, construída no século XVII e tem como propósito compreender o processo histórico-ambiental, da água potável e sua distribuição no município de Paranaguá, no Paraná, até a implantação da água encanada em 1914. Ele analisa essa dimensão histórico-ambiental, ancorada com as relações sociais e com a subjetividade humana, debatendo a importância argumentativa das histórias e lendas acerca do processo de urbanização de Paranaguá. A pesquisa se caracteriza como pesquisa exploratória bibliográfica, por meio de documentação indireta e qualitativa, com embasamento na perspectiva das três ecologias de Félix Guattari, que aponta como referenciais de análise, o meio ambiente, as relações sociais e a subjetividade humana. A Lei das Águas junto com a Carta da Terra e a Carta de Belgrado fundamentam o debate na perspectiva do meio ambiente. Na perspectiva referente às relações sociais a fundamentação se referencia na história de Paranaguá. Na, perspectiva da subjetividade humana, o destaque teórico está em Leonardo Boff, e em Ernesto Jacob Keim e a intencionalidade se referencia em Milton Santos. Assim, a pesquisa, na busca de coerência com aspectos que referenciam a organização da vida com dignidade, trata da estruturação das condições de saneamento dos séculos XVII a início do século XX em cidades históricas brasileiras, com foco em Paranaguá no Paraná, ao debater aspectos ambientais, sociais e de subjetividade humana presentes no passado com reflexos na atualidade, frente a questões relacionadas ao uso da água e de sua distribuição. Como produto a ser socializado esta pesquisa tem o propósito de redação da “Carta da Fontinha da Gamboa”.

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