O POTENCIAL DA ARRABIDAEA CHICA (PARIRI) COMO INDICADOR NATURAL ÁCIDO-BASE: UMA PROPOSTA PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS

VANDERLANE SUELEN DA SILVA E SILVA
VANDERLANE SUELEN DA SILVA E SILVA

Autor(a):

VANDERLANE SUELEN DA SILVA E SILVA
Ano de defesa:
2023
Instituição Associada:
UFPA

Arquivos

Resumo:
A experimentação é uma boa estratégia didática que contribui para o ensino e a aprendizagem em ciências da natureza. Entre os diversos assuntos de ciências que podem ser trabalhados por meio da experimentação, vale mencionar a acidez e basicidade de substâncias, pois é um tópico que está presente no cotidiano do aluno. Sob tal panorama, os temas de ácido e bases podem ser estudados por meio de indicadores naturais, esses são extratos naturais que apresentam como base as antocianinas, sendo que elas são pigmentos da classe dos flavonóides que podem ser usadas para determinar o pH de diversas amostras. A Arrabidaea chica conhecida popularmente como Pariri é uma das várias plantas que apresentam antocianina. Assim, o presente estudo visou identificar as propriedades indicadoras ácido-base do extrato vegetal da espécie A. chica, tendo em vista sua utilização como indicador natural para teste de pH da água de consumo e na água de chuva aplicado no ensino de ciências. Para isso, a pesquisa foi desenvolvida em 3 etapas: preparação do extrato alcoólico de A. chica, aplicação do extrato alcoólico da A. chica como indicador de pH com alunos do 9o ano do ensino fundamental da Escola Estadual Maria Conceição Malheiro em Irituia- PA e a composição do produto educacional. O produto final da pesquisa constituiu em uma cartilha que abordou sobre o pH da água de consumo e como elaborar um indicador natural de pH a partir do extrato alcoólico da A. chica. Conclui-se que o extrato da A. chica pode ser utilizado como indicador de pH apresentando uma mudança de coloração ácido-base bastante satisfatória quando aplicada nas amostras testadas. Também ficou evidente que houve um grande envolvimento dos alunos e professores com a experiência proposta e como a aproximação do conhecimento científico com o cotidiano dos alunos pode favorecer o processo ensino-aprendizagem. O produto final da pesquisa ao ser aplicado aos professores teve resposta satisfatória na Escola objeto deste estudo e poderá auxiliar outros professores de outros lugares.

Leia mais

SUCUIUBA: JUSTIÇA HÍDRICA E ANCESTRALIDADE NA CHAPADA DIAMANTINA

CLÁUDIO ADÃO DOURADO DE OLIVEIRA
2024
Chapada Diamantina; domínio público das águas; justiça hídrica; autonomia comunitária.
Associada: UEFS

AULAS DE CAMPO COMO RECURSO DIDÁTICO PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA NA EDUCAÇÃO BÁSICA

IONE DOS SANTOS SALES
2024
Aprendizagem significativa; análise integrada da paisagem; roteiro de campo.
Associada: UEFS

PRODUÇÃO DOS ARTEFATOS DE COURO EM IPIRÁ-BA: ESTRATÉGIAS EDUCACIONAIS PARA A CONSCIENTIZAÇÃO SÓCIO-AMBIENTAL E AÇÕES DE SUSTENTABILIDADE

LILIAN CRUZ SANTOS
2024
Artefatos de couro. Reaproveitamento. Desenvolvimento sustentável.
Associada: UEFS

UM OLHAR DE ALUNOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS(EJA) SOBRE IMPACTOS AMBIENTAIS NO MANGUEZAL DE ITAPARICA, BAHIA

LUCINALDO DE OLIVEIRA REIS
2024
Baía de Todos os Santos, zona costeira, educação ambiental.
Associada: UEFS

GAMES COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO E APRENDIZAGENS NA ABORDAGEM DO TEMA ÁGUA NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO 6º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL

MARIA MAGDALENA SILVA DO NASCIMENTO
2024
Games. Água. Educação Ambiental Crítica.
Associada: UEFS

SABERES ANCESTRAIS E SOBERANIA ALIMENTAR: PLANTAS ALIMENTÍCIAS TRADICIONAIS DA COMUNIDADE QUILOMBOLA DO RIACHO DO MEL, IRAQUARA-BA

RODRIGO MORTARI
2024
Comunidades tradicionais; Educação ambiental; Etnobotânica; Semiárido.
Associada: UEFS

Cadastre-se e receba nossos conteúdos

plugins premium WordPress