CAMINHOS POSSÍVEIS: EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA CONSTRUÇÃOSIGNIFICATIVA DE APRENDIZAGENS DE ESTUDANTES COM AUTISMO NOSCURSOS TÉCNICOS DO INSTITUTO FEDERAL DA BAHIA – CAMPUS BRUMADO

KÁTIA QUELE FERREIRA DA SILVA ROCHA
KÁTIA QUELE FERREIRA DA SILVA ROCHA

Autor(a):

KÁTIA QUELE FERREIRA DA SILVA ROCHA
Ano de defesa:
2025
Linha de Pesquisa:
Ambiente e Sociedade
Projeto Estruturante:
Epistemologias, diversidades e formação humana
Instituição Associada:
UEFS
Resumo:
As pessoas diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) enfrentam muitos desafios, dois deles são os mais comuns: a comunicação e a interação social, os quais pelas suas ausências são fontes de restrições sob o ponto de vista da competência social. Assim, então qual a forma de ofertar conhecimentos significativos para indivíduos no TEA? Como estas pessoas podem demonstrar suas aprendizagens? Diante da particularidade de cada pessoa e das diferenças comportamentais que apresentam, surge a necessidade da busca por novos métodos de intervenção que possibilitem um processo de aprendizagem mais significativo e fomentador da autonomia individual de estudantes com TEA. Surge o interesse de pesquisar uma nova metodologia que apresente práticas pedagógicas que inclua significativamente as pessoas identificadas com o diagnóstico do TEA. Tomando como base teórica conteúdo para educação ambiental, o objetivo principal é compreender que ações pedagógicas e propostas metodológicas diferenciadas podem ajudar à inclusão de maneira produtiva nos procedimentos escolares, para alunos autistas, a fim de destacar quais fatores auxiliam para que esses estudantes avancem no conhecimento teórico e prático, a partir do próprio ambiente e em uma construção autônoma de maneira que sejam especificadas as possibilidades interativas desses estudantes no cotidiano desenvolvimento das atividades curriculares no contexto escolar. O referencial teórico foi produzido sob a ótica dos marcos legais das políticas de inclusão (BRASIL/MEC) e de estudiosos que defendem a aprendizagem autônoma como Freire (1996) e Brandão (1981) bem como discussões sobre inclusão com Mantoan (2020), aprofundando os discursos das múltiplas formas de aprendizados, sem se prender em um único modelo de educação, padronizados em salas de aulas fechadas, mas também no livre explorar do novo, sem estereótipos, apresentando a libertação que o conhecimento traz para a vida dos que são negligenciados socialmente pela ausência de uma inclusão que urge em fazer-se real.

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